Pedro Petracco

A lindeza desse show começa pelo objeto de celebração: 40 anos, não de carreira, mas sim de amizade desses dois: Compositores tão importantes e figuras tão queridas por nós. 

Nelson nos emociona ao contar a história por trás de "Dona Sebastiana", dedicada à mãe do Gelson: O capricho dela na decoração meticulosa dos pratos do almoço condizia com a riqueza da música do filho. 

E toda vez que o Gelson puxa "Papagaio Pandorga" não tem jeito: Eu, que me aproximo dos 40 anos de vida, sou transportado lá pra os anos 90 e choro igual criança.  

Obrigado pela música e parabéns pela linda história de amizade, Gelson e Nelson. Vocês são gigantes! 

Estêvão Grezeli

No palco, " A Arte do Encontro", transforma cada acorde em um poema profundo que abraça e cura a alma, oferecendo aos ouvidos o acalanto de uma música feita com a pureza do coração. 

Raul Ellwanger

Eu saí do show A Arte do Encontro como uma pedra que já faz parte dos calçamentos da nossa cidade de Porto Alegre, do nosso Estado. 

Um movimento musical que começou lá no final dos anos sessenta, nos festivais da arquitetura, e apesar de todas as dificuldades, foi crescendo e gerou quilos e quilos de facetas, multiplicidades, variedades, diversidades nessa árvore bonita da nossa cultura. Um sentimento de pertencer a uma coisa bacana desse movimento que vai do rock ao regionalismo. 

Somos essas pedras, somos o calçamento. 

Sentir a alegria de ser contemporâneo de vocês, poder ter participado de muitas coisas juntos, como a criação da (Coompor, 1987) e da Frente Gaúcha da Música Popular, dos shows da MPG aqui no Rio de Janeiro. 

Recordo, por exemplo, que convidei o Gelson para que comigo fosse até a cidade de Paraná, na Argentina, para participarmos de um grande encontro da música latino-americana. 

Enfim, longas trilhas que só se explicam pela nossa música, porque ela foi querida e sempre encontrou resposta no coração das pessoas. Não esquecendo que somos cabeças duras forjadas na resistência, porque além de pisar nas pedras a gente também bateu muita cabeça nas paredes duras de Porto Alegre. 

Parabéns, meus colegas Gelson e Nelson, meus amigos e suas lindas canções. 

Lúcio Brancato

Um show que trouxe holofote e oxigênio na obra de dois dos nossos maiores compositores, uma lupa em canções tão belas, impactantes e necessárias. Pura alegria a intimidade musical compartilhada com o público.

Monica Tomasi

Não são apenas 40 anos de música e amizade. O que o público recebe ao assistir “A Arte do Encontro” é um convite para morar na eternidade com Gelson, Nelson e Giovanni. É tanta luz que transparece que tudo fica mais leve quando voltamos para casa.